Retroceder ou Avançar, eis a questão…
Estamos a 2 dias das eleições legislativas. A pré-campanha iniciou-se sob o signo da vitória do PSD nas eleições para o parlamento europeu, em que Paulo Rangel, Aguiar-Branco e Pacheco Pereira, para só citar alguns, deram o tiro de arranque para a estratégia que Manuela Ferreira Leite iria seguir.
Essa estratégia seria baseada nas insinuações e suspeições sobre o carácter de Sócrates, a promiscuidade entre o PS e o estado, o autoritarismo e a apropriação dos meios de informação. Assim surgiu a superioridade moral da Verdade em oposição às mentiras de Sócrates e a asfixia democrática, sem que se pudesse compreender quais as propostas e alternativas de governo do PSD.
Mas aquilo que é construído com pés de barro, não se consegue manter durante muito tempo. E quando menos se esperava, a laboriosa teia de pseudo-censuras, de pseudo-verdades, rompe-se com estrondo pela mão de quem menos se esperaria.
No dia 27 de Setembro temos que escolher entre um partido que teve a coragem de governar com o objectivo do bem comum e um partido que não tem nada para oferecer a não ser negar o óbvio, desdizer-se permanentemente, mostrar a irresponsabilidade que tem em assuntos sérios, desonrar os compromissos que assumiu, rasgar e não rasgar as políticas sociais, económicas, de educação e de saúde e, pior que isso, mostrar uma incrível falta de respeito pela própria democracia.
No dia 27 de Setembro temos que escolher entre um partido que teve a coragem de governar com o objectivo do bem comum e outros que acenam com políticas económicas e sociais que já provaram a sua incapacidade e iniquidade, num regresso a um passado que alguns tentam apagar.
No dia 27 de Setembro temos que escolher, temos que votar PS.




A estrutura do PSD durante estes últimos 4 anos foi mesmo a de “pés de Barro”. Até o baixinho não aguentou a asfixia partidária gerada pela sede de se arranjar alternativa como oposição ao Governo.
Convenceram uma reformada a liderar o partido, que tal deve ter sido o desprazer, que só ao fim de uns meses começou a falar, tarde mas errado.
Este Governo foi muito contestado por classes sociais priveligiadas, pensem no benefício geral, o ganho que a sociedade teve e estará a ter com estas mudanças.
Este País nunca poderá avançar se esperamos somente resultados e polícas populares do estado. Temos sim de pensar num futuro susentável para todos e gerações vindoras.
Dia 27 eu subscrevo “Avançar”.